Estado de alerta

Estado de alerta: Após AGE Governo começa discutir com o Sindpol/MG pauta da Polícia Civil

Na tarde dessa quinta-feira (03/09), a direção do Sindpol/MG acompanhados pelo deputado estadual Rogério Correia, se reuniram com a subsecretária de gestão de pessoal Warlene Salum Drumond Rezende, bem como com o corpo técnico da Seplag e representantes da Administração Superior da PCMG, Dra. Letícia Gamboge, superintendente de planejamento; Dr. Alvarenga, Chefe de Gabinete; Dra. Irene Angélica Franco e Silva Guimarães assessora de planejamento, para tratarem a respeito da pauta do Sindpol/MG, respaldada na AGE da última sexta-feira (28/08).

Os dirigentes sindicais reivindicaram maior atenção do governo à agenda da Polícia Civil e do Sindpol/MG, e respostas as inúmeras demandas formalizadas pela categoria em pauta única, desde fevereiro de 2015 e que até o presente momento está sem a devida resposta, “um ato de indiferença e desrespeito com a categoria que tanto levantou a bandeira do governo Pimentel”, afirmou Denilson.  

O presidente do sindicato também ressaltou a questão do concurso público, que agora tem sido contingenciado em razão de recursos financeiros, fato que o dirigente sindical disse não poder admitir nessa “altura do campeonato”, uma vez que, a própria LRF, faz as suas ressalvas no tocante ao limite prudencial aos serviços essenciais e políticas públicas específicas, como segurança, saúde e educação.  “O concurso de investigador não pode ser postergado para o próximo ano”, ponderou Denilson. Outro ponto debatido pelos dirigentes sindicais foi a temática da isonomia da matriz remuneratória dos investigadores e escrivães com peritos e legistas, com o reconhecimento do 3º grau dos mesmos do ponto de vista remuneratório, demanda antiga, promessa de campanha, inclusive que o próprio deputado Rogério Correia e o secretário Helvécio Magalhães puderam testemunhar em encontro com o serviço público e Polícia Civil, com o então pré-candidato Fernando Pimentel, em maio de 2014, “compromisso é compromisso”.

Durante a reunião foi pontuado a polêmica que a categoria não aceita o subsídio como matriz de remuneração, assim como também não admite unificação de cargos e funções de investigador e escrivão, matérias que tem sido colocadas “goela abaixo” por parte da administração superior da PC aos investigadores, sob o pretexto de escassez de efetivo, tudo isso só vem a demonstrar e corroborar da necessidade que a Corporação tem de novos concursos públicos para recompor os seus quadros de efetivo.

A subsecretária Warlene Salum Drumond Rezende e o líder da maioria no governo Rogério Correia, disseram que esse é um primeiro contato específico que o governo está tendo com a PCMG e com a direção do Sindpol/MG, e reconhece a grande importância que o sindicato e a categoria tem perante o Governo, e que essa reunião é uma prévia de uma próxima que ainda será realizada nesse mês de setembro com o secretário Helvécio Magalhães e com o governador, porém é importante e necessário que a estrutura da Seplag tome conhecimento de forma oficial, como está sendo feito agora, para então levar após estudos, e consolidações para o núcleo de decisão, que é do secretário e do governador. No que tange ao concurso de investigador e a pauta do Sindpol/MG, serão analisadas e terão respostas, e que há uma orientação do próprio governador de que seja feito o máximo possível para atende-las, porém há que se considerar as limitações financeiras e o momento de crise que atravessa o país e especialmente o Estado de Minas, que em razão de distorções da administração passada, do PSDB, deixou-se um “buraco” nas contas e vários compromissos que estão sendo cumpridos por essa gestão, e que muito exige do governo e dos servidores, mas que até essa reunião que acontecerá ainda nesse mês de setembro já terão informações e propostas a serem apresentadas.