Instituída a Mesa Estadual de Negociação Permanente

2 de março de 2016

Sindpol/MG participa de reunião com secretário da Seplag Helvécio Magalhães

O Sindpol/MG participou, nesta terça-feira (01/03), juntamente com outros sindicatos que fazem parte da Intersindical, de uma reunião com o secretário de Estado de Gestão e Planejamento (Seplag), Helvécio Magalhães, para discutirem a instalação da Mesa Estadual de Negociação Permanente – estrutura que o governador Fernando Pimentel pretende institucionalizar através de decreto – substituindo o antigo CONES.

Durante a reunião Helvécio Magalhães explicou como será realizada essa Mesa Estadual de Negociação Permanente com os sindicatos – maneira encontrada pelo Governo de receber as demandas das entidades sindicais – que serão divididos em oito câmaras setoriais, sendo elas a Saúde, Educação, Agricultura e Meio Ambiente, Fazenda, Educação Superior, Ipsemg, Administrativo Estadual e Segurança Pública ( Aspra-MG, UMM, Sindpol/MG, Sindepominas, Sindasp, Sindsisemg, Adepolc-MG e Sindpecri),a mesma é composta por sindicatos e associações, o calendário de reuniões, dessas câmaras setoriais, serão elaborados de acordo com demandas específicas.

O secretário também afirmou que, será instituída uma Mesa Permanente, composta por 21 sindicatos e a Seplag, esses serão membros efetivos com reuniões ordinárias que poderão ser trimestrais, proposição essa que os dirigentes sindicais entendem ser muito longos os períodos, necessitando de reuniões pelo menos mensais.

Segundo o presidente do Sindpol/MG Denilson Martins, a iniciativa já é um avanço que vem de encontro as reivindicações da categoria dos servidores públicos, uma vez que o modelo antigo do CONES, não atendia a maioria das entidades. É importante a dinâmica da Administração Pública não só a participação, mas a contribuição das entidades sindicas no aperfeiçoamento da máquina para melhor prestação de serviço à população, valorizando os operadores e modernizando as estruturas das Instituições. Na avaliação do presidente, o desgaste do Governo passado se deu em função do distanciamento e da falta de diálogo com o funcionalismo público, além da implantação forçosa e unilateral de uma política intitulada de “Choque de Gestão”, que sucateou Instituições e precarizou as relações de trabalho, extinguindo direitos adquiridos, conquistados com muita luta pelo movimento sindical. Esperamos que essa Mesa de Negociação Permanente se aproxime ao máximo daquilo que a categoria espera e almeja.