Nota de Esclarecimento

Nota de Esclarecimento: Superintendência de Planejamento, Gestão e Finanças e Administração e Pagamento de Pessoal  informam a respeito da aposentadoria da policial feminina

A Superintendência de Planejamento, Gestão e Finanças e o diretor de Administração e Pagamento de Pessoal  informaram, através do boletim interno da PCMG, que encontra-se sob análise do Governo do Estado a aplicabilidade, em âmbito estadual, da Lei Complementar nº 51, de 20 de dezembro de 1985, com redação da Lei Complementar nº 144, de 15 de maio de 2014, conhecida como “Lei Dilma”, que estabeleceu, como requisito de aposentadoria voluntária das mulheres policiais, o implemento de 25 anos de contribuição, com pelo menos 15 anos de exercício em cargo de natureza estritamente policial. Em razão disso, permanecerá sobrestado, aguardando definição, o processamento das vantagens derivadas das normas citadas, quais sejam: a) promoção por aposentadoria, b) promoção ao grau “b” do último nível hierárquico e c) gratificação de incentivo ao exercício continuado. Veja a nota de esclarecimento na íntegra.

O Sindpol/MG há algum tempo vem cobrando do governo a aplicação da “Lei Dilma” no Estado, inclusive, no dia 11/08/15, participou de uma Audiência Pública, na ALMG, que debateu sobre a aposentadoria feminina. Na ocasião o presidente Denilson Martins deixou bem claro que a construção da Lei Complementar 144/2014 da presidente Dilma, trata de articulação antiga e legítima do conjunto das mulheres policiais e das entidades sindicais, e que ao ver do Sindpol/MG ela é de natureza jurídica e auto aplicável, não se justificando a resistência que o governo e o Tribunal de Contas do Estado, tem para garantir a sua plena eficácia em benefício das mulheres policiais. Denilson disse também que o Sindpol, caso não sejam bem sucedidos os projetos 14 e 15 de autoria do deputado estadual sargento Rodrigues, irá impetrar uma ADPF (ação por descumprimento de preceito fundamental), contra o Governo do Estado, garantindo a eficácia da Lei Federal em benefício de nossas mulheres, que além da jornada policial, tem os desafios da segunda e terceira jornada do lar e da qualificação educacional. Mais que uma questão de justiça é uma questão de sensibilidade com a causa da mulher policial.

Veja a matéria.

Fonte: Polícia Civil – Boletim Interno

Nota de esclarecimento

Tendo em vista carta circular de objetivo eleitoral firmada pela atual direção da COOPSESP, na condição de cooperados individuais, pessoas físicas e também como dirigentes do SindpolMG, pessoa jurídica que também é órgão cooperado da COOPSESP,  é que esclarecemos ser a referida circular inequívoca demonstração de uso inadequado dos recursos financeiros e sociais dos cooperados, como gasto desnecessário e inconveniente de nosso dinheiro, que deveria ser aplicado ou revertido como resultados a todos nós cooperados.

É lamentável que com a intenção de fazer campanha política para sua reeleição e manutenção no poder, a atual direção faça uso de expediente maldoso na vã tentativa de ataque pessoal a membros da chapa 2, cujo único pecado é  democraticamente apresentar propostas inovadoras para a cooperativa.

Observe-se, porém, que a referida circular e seu anexo acabou por demonstrar o que a Cooperativa de Crédito da Polícia Militar, Polícia Civil e Servidores da Secretaria da Educação – COOPEMG, conseguiu construir com as mesmas ferramentas e oportunidades disponíveis para a COOPSESP (cuja direção quer se perpetuar) que não conseguiu o mesmo êxito por elitismo e incapacidade de agregação. Houvesse espírito de empreendedorismo e de abertura, se fossem transparentes e arrojados, teriam feito muito mais para os cooperados nesses 15 anos.

Ressalte-se que a COOPSESP foi criada exclusivamente para delegados de polícia civil, não podendo fazer parte da direção da mesma e nem acessar seus benefícios os membros de outras carreiras e outros cargos. Logo, os investigadores, escrivães, peritos, legistas, administrativos, agentes de segurança penitenciários, dentre outros, bem como suas respectivas entidades representativas, não podiam se filiar e muito menos fazer jus a produtos e benefícios financeiros, porque ela era exclusiva dos delegados, tanto assim que até há pouco tempo funcionava na Sede da Associação dos Delegados, a ADEPOLC.

Era este o cenário quando assumimos a direção do Sindpol/MG, com enormes dificuldades financeiras em junho de 2003. Assim, jamais poderia prescindir de buscar auxilio junto a cooperativas de crédito mútuo para resgatar o sindicato daquela difícil situação. Foi assim que, com muita presteza e solidariedade, os diretores da COOPEMG, aprovaram auxílio financeiro através de empréstimo para que o Sindpol/MG se reestruturasse e concluísse esse grande trabalho que resultou em nosso indiscutível sucesso. Éramos então Presidente e Diretor Administrativo/Financeiro do Sindpol/MG. Para que tal ocorresse, houve a interveniência.das entidades de classe da PMMG, com as quais somávamos forças para reivindicar melhoria salarial para os policiais e operadores de segurança. Fazíamos parte do GIFORSEG  (Gabinete Integrado das Forças de Segurança de Minas Gerais), presidido pelo Dr. Danilo dos Santos Pereira, à época presidente do Sindepominas, membro da Chapa 2.

Verdade seja dita, foi a COOPEMG que abriu as portas para o Sindpol/MG conquistar independência e autonomia para melhor servir aos seus filiados, ajuda essa negada pela cooperativa dos delegados, a COOPSESP. Isso não significa a entrega da COOPSESP para a COOPEMG, muito pelo contrário, trata-se de um aprendizado para fortalecimento de nossa cooperativa.

Somente em 2011, para poder sobreviver, é que o estatuto da COOPSESP admitiu a filiação de outros segmentos, saindo dos domínios exclusivos dos delegados. Isso possibilitou a filiação do Sindpol/MG, seus diretores, e a grande massa de investigadores e escrivães filiados.

Quanto à fala de que a “gestão do Dr. Reinaldo” nos ajudou com parceria do programa de TV e no Jornal do Sindpol/MG, tal informação é totalmente inverídica, porque de uma proposta contratual de parceria para o período de 12 meses, honrou somente um mês, ainda assim apenas 1/5 do valor acordado. Acrescente-se que enquanto contávamos com o apoio de ASPCEMG e AESPOL em nossos eventos e mobilizações por melhorias para a categoria, a COOSESP sempre se recusou a participar de nossos esforços.

QUANTO À AQUISIÇÃO DA SEDE PRÓPRIA DO SINDPOL/MG, esta se deu em 2007, pois, nenhuma entidade bancária, NEM A COOPSESP se interessou em financiar a aquisição de sede própria para uma entidade de classe de policiais. Hoje, temos não apenas uma sede própria quitada, mas sim, um complexo sindical com dois prédios muito bem localizados, avaliados em mais de dois milhões de reais, sem falar no mobiliário, veículos, equipamentos de tecnologia e bens de consumo duráveis.

NOSSO DEPOIMENTO SOBRE A COOPEMG demonstrou nossa maturidade, empreendedorismo, capacidade de trabalho e desenvolvimento em equipe, o que não se atém a essa ou àquela cooperativa, mas sim, no cooperativismo e desenvolvimento mútuo em geral. Ao nos depararmos com o que a COOPEMG conquistou, oferece e disponibiliza aos seus cooperados, vemos como isso demonstra a falta de ação da atual direção da COOPSESP em ofertar e disponibilizar os mesmos serviços para os seus cooperados em igualdade e condições: Conta Corrente, aplicação e poupança, empréstimo consignado, cheque especial com mais de 10 dias sem juros, débito automático, antecipação do IR e 13º, internet banking, antecipação do salário, cartão de crédito e debito, pagamento de contas, empréstimos, financiamentos, previdência, consórcio, seguros, DDA, dentre outros serviços. Tudo isso vimos de perto, experimentamos e aprendemos, e para nós a Chapa 2 ESTÁ PRONTA PARA COLOCAR EM PRÁTICA NA NOSSA COOPSESP, pois, além de ser um direito dos nossos cooperados, é também um compromisso dos componentes da chapa 2, vocacionados ao trabalho em equipe, à luta e ao desenvolvimento de ações em benefício da categoria, e é por isso e para isso que afirmam: “QUEREMOS UMA COOPSESP PARA TODOS. UMA INSTITUIÇÃO FORTE, SÉRIA, GRANDE E CONSOLIDADADA, ASSIM COMO OUTROS SEGMENTOS IMPORTANTES E CATEGORIAS DO MUNDO DO TRABALHO JÁ O TÊM”, a exemplo de médicos, engenheiros, policiais militares, auditores fiscais, dentre tantos outros.

Esperando termos sido claros nos argumentos aqui elencados, reafirmamos mais uma vez o compromisso de busca da unidade de todas as entidades representativas de classe do sistema de defesa social para uma verdadeira reconstrução e resgate da nossa amada COOPSESP, com crescimento, desenvolvimento, empreendedorismo e dinamismo, para ofertar mais e melhores serviços e soluções financeiras, realizando sonhos e projetos para os nossos cooperados, com a igualdade de tratamento e excelência para todos. 

 

Para nós, A chapa 2 “COOPSESP PARA TODOS” reafirma a importância do cooperativismo, e que, cooperativa de verdade tem que atender a todos os cooperados sem distinção, independente de cargos

Veja ao lado os ataques gratuitos contidos na circular enviada pela atual gestão da coopsesp e tire suas próprias conclusões.

Inspetor Antônio Marcos Pereira
Vice Presidente do Sindpol/MG

Inspetor José Maria de Paula

Diretor Administrativo Sindpol/MG


=Cooperados COOPSESP=

 

 

Nota de Esclarecimento

O Investigador de Polícia Robson Felício de Amorim, portador do MASP 342.450, vem diante da categoria, sociedade e do Sindicato dos trabalhadores em Transporte Rodoviários, esclarecer o fato que envolveu o policial civil e um motorista de ônibus da viação Zurick, coletivo 1207 C, na última sexta-feira (9).

Sobre o fato em questão, o Jornal da Alterosa veiculou a matéria, na qual o representante do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Belo Horizonte disse que o policial agrediu o motorista, o que não aconteceu, ao contrário, o investigador apenas se defendeu, pois a agressão aconteceu primeiro por parte do motorista e mais três homens que desceram do ônibus e se direcionaram ao carro do policial, e que diante de um sargento da PM, foi desacatado e ameaçado pelo motorista, que já tinha ciência da condição de Robson Felício como policial civil.

Contradizendo a fala do representante do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviários, na posição de operador de segurança pública o investigador jamais tomaria qualquer postura que colocasse em risco, ou agredisse, de maneira física ou verbal os envolvidos na situação.

 

Veja Boletim de Ocorrência registrado

Esclarecemos a toda categoria e, em especial, aqueles que fingem não entenderem por conveniência e por serem dissimulados à nota postada pelo SINDPOL/MG.

Veja mais em documentos.

Nota de esclarecimento: SINDPOL/MG rebate informações divulgadas pela imprensa.