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Direção do SINDPOL/MG tem dia de reuniões importantes com membros do Conselho Superior de Polícia e reforça pontos importantes da Lei Orgânica

O presidente e o vice do SINDPOL/MG, durante a manhã e tarde desta segunda-feira(4), se reuniram com o Chefe da PCMG, Dr. Cylton Brandão (na parte da manhã, antes da reunião do Colegiado e à noite, após o expediente) e debateram, de forma incisiva, a necessidade de se aprovar o mais rápido possível, na ALMG, o PLC 23/2012 “Nova Lei Orgânica da Polícia Civil”, porém, deve-se contemplar pelo menos os cinco pontos exaustivamente debatidos no ano passado, onde se valoriza todas as classes da Polícia Civil. O presidente Denílson Martins e o Vice Toninho Pipoco, expuseram detalhadamente ao Chefe (da mesma forma como o fizeram com Dr. Rômulo Ferraz na semana passada) da necessidade de que o Governo e o Parlamento aprovem esses pontos, pois, no estado de sucateamento e desmotivação que se encontra o conjunto dos policiais, é preciso que o governo tenha compreensão da importância de aprovação destes pontos (veja ofício anexo, despachado em abril), diante das apreensões e preocupações apresentadas pelos dirigentes de classe,  Chefe de Polícia se comprometeu em levar esse posicionamento ao Governador, e se esforçará pessoalmente pela aprovação dos pontos ali elencados, pois assim como os representantes, entende que os benefícios contidos nesta lei devem ser aprovados já, para o bem de toda polícia e sociedade.

Da mesma forma, os dirigentes se reuniram com o Superintendente de Investigações e Polícia Judiciária, Dr. Welington Peres apresentando a premência de reformas e reestruturação da Polícia Civil com o Projeto de Lei Orgânica e que o Conselho Superior da Polícia não pode se furtar em dar sua parcela de contribuição para melhora deste quadro e solicitou do mesmo, empenho na aprovação e atendimento desta pauta do SINDPOL/MG. O Superintendente aproveitou o ensejo se colocando à disposição do SINDPOL/MG frente essas demandas, as quais também defende. Informou ainda que de iniciativa da Superintendência e cumprimento de determinação do Chefe de Polícia, Dr. Cylton, já estava atendendo de imediato uma solicitação antiga do SINDPOL/MG e das lideranças dos Investigadores de Polícia no fortalecimento da Inspetoria Geral, estruturando uma nova sede para o funcionamento da mesma, fora do Centro Administrativo, localizada na Av. Augusto de Lima, onde funcionava a antiga estrutura da Inspetoria Geral e Corpo de Investigadores, porém agora repaginada e remodelada para esta nova estrutura. Quanto à escolha do novo Inspetor Geral, informou a todos que a Chefia acatou a indicação do Colegiado de Inspetores, avalizada pelo SINDPOL/MG na última reunião do colegiado, que indicou por unanimidade o nome do eminente Inspetor Carlos Alberto de Oliveira Cezar (ex-21ª DP) que, juntamente com o Inspetor Luis Otávio (ex-corregedoria), coordenarão as atividades da Inspetoria Geral, orientando e acompanhando as atividades dos inspetores em todo o Estado, como muito bem o fez os líderes históricos que já passaram pela corregedoria geral do Corpo de Segurança, como os lendários inspetores Rosendo, Antônio Carlos da Mata, Agílio Monteiro, Samuel Matozinhos, José de Souza Lacerda, dentre outros. Essa medida recebeu os aplausos dos dirigentes sindicais que se comprometeram em apoiar e acompanhar o desempenho deste órgão.

Ainda na parte da manhã, Denílson e Toninho cuidaram de visitar o corregedor Geral, Dr. Renato Patrício, e dentre outros assuntos estratégicos que debateram, discutiram sobre a necessidade da reestruturação de toda a Polícia Civil com aprovação da nova Lei Orgânica, e mais uma vez, da mesma forma os dirigentes solicitaram o apoio e empenho do corregedor na aprovação e acompanhamento desta matéria no Conselho Superior de Polícia. Toninho destacou que com o tempo a Polícia Civil foi perdendo o controle de suas ações, em razão do enfraquecimento do instituto da inspetoria, e isso reflete também na desmotivação do trabalhador e nos desvios de conduta, pois a inspetoria sempre foi o braço forte da hierarquia, disciplina e da boa produtividade nas investigações. O Presidente Denílson enfatizou que no projeto substitutivo, fruto do consenso das entidades, o SINDPOL/MG pleiteia e reivindica valorização e benefícios para todas as classes, do Administrativo ao Delegado, pois pensa e trabalha a Polícia Civil como um todo e a ação correcional do controle interno também deve ser mais valorizada na sua base, de forma preventiva, com medidas que visem não só punir o erro mas, de aprimoramento, acompanhamento antes que o desvio aconteça; isso pode ser introduzido no novo texto da Lei Orgânica, o que conta com o apoio do corregedor.

No final da tarde, foi a vez da reunião com a Superintendente de Planejamento e Finanças, Dra. Andrea Vacchiano, e com o Inspetor Malheiros, onde foi debatido os investimentos feitos pela Superintendência na compra de materiais, logística e restauração de unidades no atendimento às demandas solicitas pelo SINDPOL/MG nas últimas inspeções sindicais e no papel do sindicato no acompanhamento das ações da superintendência. Por se tratar de informações estratégicas, do ponto de vista institucional, que trazem inovação e modernidade, a direção sindical opinou por aguardar a realização das mesmas, sem publicar detalhes, mas os dirigentes se mostraram otimistas com os números e informações apresentadas. Ao ensejo, mais uma vez solicitou da Superintendente, o apoio às medidas elencadas pelo SINDPOL/MG, no que foi respondido positivamente.

A direção do SINDPOL/MG pontuou como positivas as ações desta segunda-feira, que somadas ao conjunto das abordagens realizadas na semana passada, com certeza eclodirão em um processo vigoroso entre Legislativo, Executivo, Administração Superior de Polícia na aprovação dos pontos que o sindicato julga essencial neste projeto. A direção do SINDPOL/MG continuará monitorando e intensificando as mobilizações neste sentido, pois de tudo que agora se debate acerca da Lei Orgânica é fruto de ação, trabalho e greve  proposta pelo sindicato e sua base no ano passado e de uma luta contínua, desde 2003; luta esta que não reivindicamos o protagonismo, tampouco a paternidade, mas não podemos abrir mão da responsabilidade da mesma até o fim,

 
 
 
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