Sindpol/MG continua na luta pela convocação de excedentes – A verdade é como um sol, ilumina e esclarece. Comissão publica nota

6 de fevereiro de 2017

Como alguns sabem, em 2018 é ano de eleição no Sindpol/MG, sendo assim é natural surgirem intrigas da oposição tentando denegrir a imagem daqueles que tanto trabalham e se dedicam a mudar o quadro da Polícia Civil. Infelizmente, quem mente não tem coragem de assinar um texto, usam perfis fake no Facebook, comprovando que o fato é uma mentira, porque quem acusa deveria ao menos mostrar a “cara” e não se esconder atrás de factoides, mentiras, calúnias, injúrias e difamação (tipos penais definidos como crimes, cujas providências já estão sendo tomadas).

A oposição, sem projetos, cria ataques, maledicências, cizânias e tenta dividir os policiais civis, o que em nada ajuda a Instituição. Agora tentam fazer isso, inclusive com os excedentes do concurso de investigador, pessoas com sonhos e projetos de se tornarem policiais civis, inventando mentiras e usando-os para atacar o sindicato.

Na última sexta-feira (03/02), o Sindpol/MG se reuniu com o grupo de excedentes do concurso de investigador (veja matéria), os levou até o Chefe da Polícia Civil, Dr. João Otacílio e conseguiu, via negociação com o assessor especial de negociação sindical, Dr. Carlos Calazans, a prorrogação do certame por dois anos, uma sinalização do Governo em convocar excedentes para preenchimento das vacâncias no cargo de investigador.

De uma baixeza imensa, usaram alguns excedentes, e criaram um texto mentiroso, inescrupuloso, difamatório nas redes sociais, para atacar o sindicato e, diretamente, prejudicar os excedentes, que sem um acordo, jamais seriam convocados, uma vez que, o concurso já se encontra concluído nas vagas do edital, e o tempo de validade se expiraria em agosto deste ano, sendo assim, a oposição não ficaria em evidência e, em caso de um processo judicial, os únicos prejudicados seriam os excedentes que tivessem replicando tal texto.

A comissão de excedentes do concurso de investigador, por livre iniciativa, entraram em contato com o Sindpol/MG repudiando tal atitude, deixando claro que tais mensagens não pertencia ao grupo, mas de pessoas isoladas, que não fazem parte de tal comissão, inclusive publicaram uma nota de repúdio sobre o texto divulgado nas redes sociais, segue abaixo:

NOTA DE REPÚDIO SOBRE TEXTO CONTRA O SINDPOL/MG

O Movimento dos Aprovados declara total repúdio à conduta que vem sendo praticada por terceiros, não ligados ao movimento, de divulgação de textos mensagens ofensivos contra ao Sindpol/MG e seu representante.

Desde o último domingo (05/02) mensagens, sem identificação autoral, de acusação ao presidente da Instituição foram compartilhadas em redes sociais e pelo aplicativo WhatsApp. Tais mensagens tratam de maneira errônea, injusta e até agressiva a reunião, que aconteceu na última sexta-feira (03/02), entre os aprovados e a mesa diretora do Sindpol/MG.

Informamos que tal reunião realmente aconteceu, porém diferente do divulgado, os aprovados tiveram total acesso a conversa e negociações com o Sindpol/MG, que além de orientar o Movimento demonstrou apoio para com o mesmo.

Aproveitamos o presente documento, para agradecer pela oportunidade que tivemos, reconhecemos a força da instituição e sabemos o quão importante é termos ao nosso lado.

Os aprovados lamentam a situação e acreditam no esclarecimento do fatos.

Belo Horizonte, 06 de fevereiro de 2017.

*Um oficio está sendo redigido e será entregue e protocolado junto ao Sindpol/MG.

O presidente do Sindpol/MG Denilson Martins afirmou que vai continuar ajudando os excedentes e todos os policiais, como o sindicato sempre fez nos últimos anos. “É uma batalha árdua, mas vamos vencer essa ‘briga’ política, e como tal, devemos utilizar as estratégias adequadas. Mas os excedentes precisam ficar atentos para situações como essa, para não entrarem no jogo de um grupo de policiais que são oposição do sindicato e pessoas derrotadas, sem expressão política, irresponsáveis, aventureiros, muitos deles envolvidos em vários escândalos, desequilíbrios etc., condições e circunstâncias que em nada podem ajudar a PCMG, os seus servidores e o Sindpol/MG, para o resgate Institucional e valorização dos mesmos”, disse.

Continuaremos a fazer um sindicalismo forte, ético, de lutas e de muitos resultados, como sempre fizemos.